Responsável por suspender por quase seis meses as conversas do apoio do PL a Ciro Gomes (PSDB) no Ceará, a
ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) dá sinais de que manterá militância contrária à aliança durante a campanha eleitoral deste ano.O movimento, também ligado ao apoio de Michelle à pré-candidatura da vereadora Priscila Costa (PL) ao Senado, incomoda bolsonaristas sobretudo pelo possível impacto de críticas da ex-primeira-dama contra outros candidatos da direita.
Forte no segmento evangélico e conservador, Michelle tem feito diversos ataques à aproximação entre PL e Ciro no Estado, não poupando críticas a lideranças locais por trás do acerto, como o deputado André Fernandes (PL). O tensionamento parece estar longe de ter fim.
Sem abrir
Nos bastidores, uma das apostas da oposição é de que a ex-primeira-dama manterá "artilharia permanente" contra Ciro e apoiadores da aliança caso Priscila não receba legenda para disputar vaga ao Senado Federal.
Já foi
Grupo majoritário do partido, no entanto, vê candidatura única de Alcides Fernandes (PL), pai de André Fernandes, como "questão fechada". Nas últimas semanas, movimentos de ambos os lados ficaram mais duros e frequentes. VERTICAL/ O POVO


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