A decisão do TCE que revogou a medida cautelar e tornou sem efeito a denúncia do vereador Moreira Filho escancara
uma realidade que a população já vinha percebendo: a denúncia não se sustentava nos fatos e causou um prejuízo real à educação do município.Por conta de uma ação precipitada, sem fundamento técnico e sem compromisso com o interesse público, as reformas das escolas foram paralisadas, afetando diretamente alunos, professores e toda a comunidade escolar.
Enquanto a gestão da prefeita Milena Damasceno trabalha para melhorar a infraestrutura educacional, garantindo mais dignidade e qualidade no ensino, o vereador optou pelo caminho da politicagem barata, usando órgãos de controle como palanque.
O TCE foi claro ao derrubar a denúncia, deixando evidente que não havia irregularidade capaz de justificar a paralisação das obras. O que fica é a pergunta que ecoa nas ruas: quem paga a conta desse atraso? Certamente não é o vereador, mas sim os estudantes que ficaram sem melhorias essenciais nas escolas.
A atitude de Moreira Filho demonstra uma oposição que não fiscaliza com responsabilidade, mas tenta travar o avanço da cidade por interesses políticos. Fiscalizar é legítimo, necessário e saudável. Denunciar sem provas, atrapalhando o desenvolvimento do município, é irresponsabilidade.
A gestão Milena Damasceno segue de cabeça erguida, com transparência e compromisso, retomando as reformas e reafirmando que quem trabalha pelo povo não se intimida com denúncias vazias. Já quem torce contra a cidade, acaba desmascarado pelos fatos — e agora, também, pelo próprio TCE. IPU EM FOCO
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