Pré-candidato ao Governo do Ceará, o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) rebateu nesta sexta-feira, 22, que sua recente
aproximação com o PL no Estado tenha relação com um possível apoio à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL)."Se eu sou do PSDB e o PSDB, até semana passada, queria que eu fosse candidato a presidente, como é que eles me acusam de apoiar um candidato do outro partido? Não tem esse acordo. O acordo aqui no Ceará é ao redor da agenda do Ceará", disse o tucano, que fez "giro" pelo Interior com agendas em Sobral, na Região Norte, e no Crato, no Cariri.
Atos foram acompanhados pelo ex-prefeito Roberto Cláudio (União), citado por Ciro como possível vice, e por Alcides Fernandes (PL) e Capitão Wagner (União), cotados para o Senado.
Injustiça
Durante o evento Sobral, Ciro classificou como "injustiça" recente condenação por violência política de gênero. "Isso é uma injustiça grave, porque eu não cometi crime nenhum. Tudo que eu falei, eu falei contra o Camilo", disse.
Recurso
Ele também afirma que irá recorrer e diz acreditar na reversão da condenação. "Para que as pessoas saibam, eu não estou sendo acusado de nenhum mal, feito moral, nem criminal, nem coisa nenhuma", afirma o pré-candidato.
No páreo
A vereadora Priscila Costa (PL) reafirmou não ter sido preterida pelo PL na pré-candidatura ao Senado. Tese vai de encontro a vídeo publicado por André Fernandes (PL), que destaca Alcides como único candidato da sigla no Estado.
Via nacional
"A decisão do Senado é uma decisão do PL nacional, então eu tenho que construir com quem define. Essa tem sido a nossa construção e que se mantém de pé", diz a vereadora, que tem apoio de Michelle Bolsonaro (PL).VERTICAL/ O POVO


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