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segunda-feira, 9 de março de 2026

ESCÂNDALOO ENVOLVENDO DANIEL VOCARO E ALEXANDERE DE MORAES E O SILÊNCIO DE LULA

Por ipuemfoco   Postado  segunda-feira, março 09, 2026   Sem Comentários



O silêncio do presidente Lula (PT) sobre a crise que se agrava sobre Supremo Tribunal Federal (STF) é constrangedor.

 


O petista foi rápido para elogiar a postura da Corte ao prender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - "lição de democracia ao mundo", além de elogios diretos ao ministro responsável pelo caso, Alexandre de Moraes.

No entanto, quanto mais se agrava a relação entre ministros do STF com o caso do banco Master, mais eloquente se torna o silêncio de Lula. "Em boca fechada não entra mosquito", é a orientação de Lula aos seus ministros sobre comentários públicos ou privados sobre o caso.


Ao longo da última semana, o dono do banco Master, Daniel Vorcaro, voltou a ser preso e a troca de mensagens entre ele e o ministro Moraes vieram à tona, mostrando a proximidade entre os dois. 


O jornal OGlobo publicou as conversas trocadas entre os dois em 17 de novembro de 2025, quando Vorcaro terminou o dia preso, tentando embarcar para Dubai no Aeroporto de Guarulhos, São Paulo.


Foram nove mensagens trocadas entre Vorcaro e Alexandre de Moraes naquele dia. O empresário prestava contas ao ministro sobre o avanço das negociações para venda do Master e sugerem que falou ainda sobre o inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília que o levou à cadeira em 2025.


"Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?", perguntou Vorcaro a Moraes enquanto falava sobre a venda do Master ao Banco BRB. Nas conversas, o ministro respondeu por quatro vezes com imagens de visualização única que não puderam ser recuperadas.


Nos celulares apreendidos com Moraes, na última quarta-feira (4), também foram encontrados relatos sobre encontros entre o empresário e Alexandre de Moraes. A relação entre os dois era ainda mais grave: desde 2024 o Banco Master tem um contrato com o escritório Barci de Moraes, no qual trabalham a mulher e dois filhos de Alexandre.


O contrato, fechado pelo tempo de 36 meses, prevê pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões para representar a instituição. Moraes não é o primeiro ministro do STF a ser citado na investigação. Ligações financeiras entre o banco e investimentos do ministro Dias Toffoli também foram reveladas e o fizeram deixar a relatoria do caso.


Toffoli era sócio de um resort que foi vendido ao cunhado de Vorcaro, fabioano Zettel. Como relator do caso, ele decretou sigilo quase absoluto, interferiu na escolha dos técnicos da Polícia Federal que poderiam ter acesso ao material para a investigação, entre outras medidas questionáveis.


Só deixou o caso após vir à tona ser sócio do resort Tayayá. O caso está nas mãos do ministro André Mendonça. Moraes e Toffoli, até o momento, podem votar no caso do Banco Master.


Desgaste entre STF e Lula

A falta de empatia de Lula aos ministros do STF envolvidos no caso Master levou a atritos entre os dois poderes. Para a Corte, petistas estariam tentando tirar vantagem da situação junto à opinião pública.


Os ministros ainda reclamaram das investigações tocadas por agentes da Polícia Federal, que chegaram a investigar de forma irregular familiares deles. Lula, por outro lado, quer evitar que a crise chegue ao Palácio do Planalto e esqueceu os antigos aliados de conveniência.

Ciro denuncia esquema envolvendo venda de precatórios e ministros ligados ao Master


O ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PSDB) denunciou no Fórum O Otimista Brasil, em outubro de 2025, um esquema envolvendo a compra de precatórios pelo banco Master e ministros de Lula e do STF.


Segundo Ciro, os bancos Master e BTG compraram precatórios com um desconto de 50% a 60% e, logo em seguida, receberam o valor integral pago pelo presidente Lula.

Esse caso do banco Master tem que acompanhar, é uma esculhambação. 


O ministro Lewandowski (ex-ministro da Justiça de Lula) era do Conselho do banco Master. O Nelson Jobim, do STF, é do Conselho do BTG. Isso está errado. Aí, chega no dia 28 de dezembro, em um dia o Lula passa um cheque no valor de 93 bilhões de precatórios que tinham sido comprado por esses bancos com 50% a 60% de deságio".


O precatório é uma dívida determinada pela Justiça com pagamento do Poder Público a pessoas ou entidades. O pagamento, no entanto, demora anos e não tem data definida, em geral. Os bancos citados por Ciro "compraram a dívida" e pagaram metade do valor aos beneficiários para receber o valor integral em data indefinida.


No entanto, logo na sequência, segundo Ciro, o Governo Federal teria pago os precatórios, sugerindo uma informação privilegiada aos bancos. Lewandowski também foi contrato pelo Master em 2023, logo após deixar o cargo de ministro no STF. O OTIMISTA


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