Na terra de Iracema, a oposição vive um dos seus momentos mais confusos e constrangedores.
Está mais perdida que cego em tiroteio, sem rumo, sem discurso e, sobretudo, sem liderança política capaz de unificar ideias e apontar um caminho. O que se vê é um grupo fragmentado, desorientado e cada vez mais distante da população.
O retrato mais fiel desse esvaziamento vem da própria imprensa ligada ao bloco oposicionista, que já não consegue esconder a debandada de aliados e o enfraquecimento interno. Quando até os veículos que sempre tentaram sustentar a narrativa de força passam a noticiar o vazio, fica evidente que a crise é profunda e real.
A falta de uma liderança clara transformou a oposição em um ajuntamento de interesses individuais, onde cada um fala por si e ninguém fala pelo coletivo. Sem projeto, sem bandeira e sem credibilidade, resta apenas o discurso repetido, o ataque raso e a tentativa desesperada de criar fatos políticos que não se sustentam.
Enquanto isso, a população observa e tira suas próprias conclusões. Em vez de apresentar propostas, a oposição se perde em conflitos internos e exposições públicas que só reforçam sua fragilidade.
Na terra de Iracema, o silêncio das ideias e o barulho das divisões mostram que o maior adversário da oposição hoje não é o governo, mas a sua própria incapacidade de se reorganizar e liderar.IPU EM FOCO

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