A criação de uma empresa no dia 05 de fevereiro de 2026 e, apenas seis dias depois, em 11 de fevereiro de 2026, o
recebimento de R$ 12 mil da Câmara Municipal de Ipu levanta questionamentos que não podem ser ignorados pela sociedade.Como uma empresa recém-criada, sem histórico público consolidado, já passa a prestar serviços ao poder legislativo municipal em tão curto espaço de tempo?
Houve processo licitatório?
Se houve, quais foram os critérios técnicos adotados? Quantas empresas participaram? Houve ampla divulgação do certame?
Diante desses fatos, vereadores do grupo de situação protocolaram pedido de acesso ao processo licitatório, reforçando a importância da transparência e da fiscalização dentro do próprio Poder Legislativo.
A iniciativa demonstra que o papel do vereador vai além de legislar: é também fiscalizar, zelar pelo dinheiro público e garantir que cada centavo seja aplicado de forma correta e dentro da legalidade.
A população de Ipu tem o direito de saber:
- Qual o objeto do contrato?
- Qual a justificativa para a contratação?
- A empresa possui capacidade técnica comprovada?
- O valor está compatível com o mercado?
Em tempos em que a sociedade exige cada vez mais responsabilidade na gestão dos recursos públicos, o acesso às informações e a clareza nos procedimentos administrativos são fundamentais para manter a confiança da população nas instituições.






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