Os senadores Cid Gomes (PSB) e Camilo Santana (PT) vêm
divergindo em relação ao calendário de formalização das alianças no Ceará.O pessebista, como já disse a um e outro, tem buscado acelerar os acertos locais, tais como a definição de nomes para o Senado, amarrando a indicação do deputado Júnior Mano (PSB) para uma das vagas. Camilo, por seu turno, resiste não apenas a qualquer decisão antes de julho, mas a uma postulação de Mano, cuja candidatura criaria dificuldades para o governador Elmano de Freitas (PT) - o próprio chefe do Abolição, contudo, já teria dado aval para que Cid mantenha as tratativas em torno do parlamentar.
O Ferreira Gomes também fez saber que o bloco aliado precisa oficializar logo a pré-candidatura do petista à reeleição, de maneira que não reste qualquer mínima dúvida de que Elmano é o quadro escolhido para representar a base no pleito de 2026.
Por fim, há uma ressalva que Cid apresenta em termos de estratégia para o enfrentamento nas urnas: para ele, a agenda do governador precisa engatar a terceira marcha, assumindo feição mais de pré-campanha. A quem lhe pergunte, o senador afirma que tem notado certo esvaziamento nos eventos governistas. HENRIQUE ARAUJO/O POVO


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