A política de Ipu entrou definitivamente no modo confronto.
O duelo não é apenas entre dois nomes, mas entre dois projetos. Sérgio Rufino representa o passado que insiste em sobreviver, mesmo quando os sinais de esgotamento são evidentes.
Sua narrativa já não mobiliza como antes, e o eleitor começa a questionar se há, de fato, algo novo a oferecer além do medo de perder espaço.
Já Lindbergh Martins avança como quem entende que política não se sustenta apenas em memória, mas em propósito, estratégia e conexão real com a sociedade.
Lindbergh Martins não faz barulho vazio. Ele ocupa espaços, constrói alianças e se posiciona com inteligência, sabendo a hora de falar e, principalmente, a hora de agir.
Enquanto Sérgio Rufino reage, Lindbergh Martins provoca. Enquanto um se defende do desgaste, o outro cresce alimentado pela esperança de mudança e pela percepção de que 2026 pode marcar uma virada definitiva no tabuleiro político.
Após as eleições, a pergunta não será apenas quem venceu nas urnas, mas quem saiu vivo politicamente. Tudo indica que Lindbergh Martins caminha para atravessar 2026 fortalecido, consolidado como liderança e referência de futuro.
Sérgio Rufino, por sua vez, corre o risco de sair do pleito menor do que entrou, refém de um projeto que já não dialoga com a nova realidade política.
No dueto de titãs, a sobrevivência não depende de força bruta, mas de visão. E, nesse quesito, Lindbergh Martins demonstra estar vários passos à frente. Ipu em Foco.
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