O chamado Grupo Liberdade escancarou sua verdadeira face ao passar a agredir moralmente todos aqueles que, de forma
legítima e democrática, decidiram aderir à gestão da prefeita Milena Damasceno.O que antes se dizia “liberdade” hoje se revela intolerância, perseguição e desespero político.
Mas fica a pergunta: por quê?
Porque perderam o controle da narrativa. Porque não suportam ver pessoas livres fazendo escolhas conscientes, sem cabresto, sem imposição e sem medo. A adesão à gestão Milena Damasceno não é traição — é reconhecimento de trabalho, compromisso e resultados.
Quando faltam argumentos, sobram ataques pessoais. Quando não conseguem convencer pelo diálogo, tentam constranger pela difamação. Essa postura não fortalece oposição alguma; apenas revela fraqueza, imaturidade política e medo de perder espaço.
A democracia permite discordar, mas jamais autoriza a agressão moral. Quem escolhe o caminho do ataque demonstra que não tem projeto, não tem proposta e, principalmente, não respeita a vontade individual de cada cidadão.
A gestão Milena Damasceno cresce porque se sustenta em trabalho, enquanto alguns preferem se apequenar no ódio. A história sempre deixa claro: quem governa com ações avança; quem faz política com ataques fica para trás.IPU EM FOCO

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