O legislativo ipuense vive um dos seus momentos mais vergonhosos.
Um vereador que se diz de oposição resolveu abandonar o debate político sério e responsável para apelar à má-fé, tentando ludibriar o Tribunal de Contas do Estado (TCE) com uma denúncia baseada em jurisprudência inexistente, fabricada de forma irresponsável com o uso distorcido da inteligência artificial.Não se trata de fiscalização legítima, nem de zelo pelo dinheiro público. Trata-se de desespero político, de quem não tem argumentos, não tem trabalho concreto para mostrar à população e prefere apostar na confusão, na mentira e na tentativa de enganar órgãos de controle. É grave. É antiético. É um ataque direto à credibilidade das instituições.
Utilizar tecnologia para criar fatos que não existem, simular decisões judiciais e tentar dar aparência de legalidade a uma denúncia vazia é mais do que irresponsável: é afrontar o próprio Estado de Direito. O TCE não é palanque político, nem depósito de narrativas fantasiosas criadas para gerar manchetes e likes.
O papel do vereador é fiscalizar com responsabilidade, estudar, fundamentar-se em fatos reais e leis verdadeiras — não inventar jurisprudência para tentar sustentar um discurso frágil. Esse tipo de atitude revela o quanto parte do legislativo ipuense está despreparada, desacreditada e distante do interesse público.
A população de Ipu merece um parlamento sério, não um circo político onde vale tudo para tentar desgastar adversários. Quem age assim não envergonha apenas a si mesmo, mas mancha o nome do legislativo municipal e contribui para o descrédito da política como instrumento de transformação.
Fiscalizar é dever. Mentir, manipular e tentar enganar órgãos de controle é má-fé — e disso o povo já está cansado. Ipu em Foco.
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