Na política, a verdade é dura, mas impossível de ignorar: você só é visto como “bom” enquanto serve aos interesses de
um determinado grupo.Enquanto defende suas bandeiras, enquanto ecoa seus discursos, enquanto se alinha às suas vontades, você é exaltado, respeitado e até mesmo celebrado. Mas basta mudar o rumo, questionar, exercer pensamento próprio ou simplesmente deixar de servir — e o elogio vira silêncio, quando não vira ataque.
Isso mostra que, muitas vezes, o valor do indivíduo não está no caráter, na competência ou no trabalho que realiza, mas na utilidade que ele representa para quem está no poder ou para quem quer chegar lá. Na política, fidelidade costuma valer mais que verdade, e conveniência pesa mais que coerência.
Mas é justamente nessa hora que se revela quem tem propósito e quem só tinha interesse. Porque quem tem compromisso com a verdade, com o povo e com a consciência, não se prende a amarras partidárias ou vaidades passageiras.
Continua caminhando, mesmo que sozinho, porque sabe que a honestidade pode custar alianças, mas jamais custará a paz.
A política passa, os ciclos mudam, os grupos se revezam. O que fica é a história — e ela sempre faz questão de mostrar quem serviu a um projeto de poder… e quem serviu à verdade. IPU EM FOCO
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