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domingo, 2 de janeiro de 2022

FORTALEZA JÁ TEM TRANSMISSÃO COMUNITÁRIA DA ÔMICRON DA COVID-19

Por ipuemfoco   Postado  domingo, janeiro 02, 2022   Sem Comentários


O último Informe Semanal da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (SMS) de 2021 traz que a Capital já está

com transmissão comunitária da variante Ômicron da Covid-19. Além disso, a média móvel de casos atual é quase o dobro da média registrada há duas semanas.

Houve introdução e já há transmissão comunitária da nova variante de preocupação internacional ômicron (B.1.1.529) em Fortaleza. A ômicron tem um número incomum de mutações e alta transmissibilidade, devendo se tornar a variante dominante no cenário epidemiológico nacional e local nas próximas semanas. Por essa razão, a incidência da doença deve continuar a ser rigorosamente monitorada."
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE FORTALEZA
No Informe Semanal

média móvel de casos (baseada nas últimas duas semanas) chegou a 60,7 casos por dia. Duas semanas atrás, a média era de 31 casos por dia. Segundo a SMS, "existe agora uma tendência de aumento progressivo dos casos".

Desde o início da pandemia, são 260.531 casos de Covid-19 confirmados em Fortaleza. O Informe afirma ainda que "atualmente, a curva epidêmica de casos confirmados que vinha se expressando graficamente como um platô, apresenta leve inclinação ascendente (houve substancial aumento do número de casos novos diários desde meados de dezembro)".

Apesar do aumento de casos, Fortaleza registrou poucas mortes por Covid-19 nos últimos dias. Entre os dias 23 e 29 de dezembro, foram apenas duas mortes. E em todo o último mês de 2021, foram 14 casos fatais.

"O atual padrão de mortalidade ainda reflete a estabilidade alcançada com o fim da segunda onda, e aumento da fração da população imunizada. Tal cenário pode ainda ser alterado pela dominância da nova variante ômicron que tem relevante escape vacinal, embora pareça ser menos 'agressiva' do ponto de vista do curso clínico."
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE FORTALEZA
No Informe Semanal

Ômicron no Ceará

Em live realizada na noite da última quinta-feira (30), o governador Camilo Santana (PT) afirmou que "há um indício forte de transmissão comunitária" da variante Ômicron da Covid-19 no Ceará. O anúncio foi dado após reunião semanal do Comitê de Enfrentamento à Pandemia.

Quando uma doença ou uma variante está em transmissão comunitária, significa que não é possível rastrear a origem da infecção, indicando que o vírus circula entre as pessoas, independentemente se estas viajaram ou não para o exterior. 

Há apenas uma semana o governador confirmou que o Ceará tinha registrado três casos da variante Ômicron, em passageiros vindos da Tailândia, de Milão (Itália) e São Paulo, que ficaram em isolamento, monitorados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa).

No Brasil, os primeiros casos da variante Ômicron foram registrados em São Paulo, no último dia 2 de dezembro. Depois, foi confirmada a transmissão comunitária da nova cepa.

Preocupação com síndrome gripal

Ao lado do secretário da Saúde, Marcos Gadelha, o governador também mencionou o aumento expressivo de casos de síndrome gripal no Estado. A preocupação é justificada por números. 

Somente nas últimas semanas, a Capital viu o número de casos de síndrome gripal dispararem. Nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) geridas pela Prefeitura de Fortaleza, o número de atendimentos diários a pacientes com estes sintomas cresceu mais de dez vezes em dezembro. 

Os dados foram repassados pelo prefeito José Sarto Nogueira (PDT), em live transmitida nas redes sociais na última terça-feira (28). Segundo ele, no último dia 2 de dezembro foram contabilizados 122 atendimentos nas UPAs do município. Já na última segunda-feira (27), o número saltou para 1.359

No recorte por faixa etária, o atendimento de crianças com sintomas de gripe nas UPAs de Fortaleza cresceu 162%, entre novembro e dezembro deste ano. A rede privada de saúde da Capital também confirma o aumento na demanda. Diante do aumento, especialistas reforçam a necessidade de cuidados preventivos. 

Entre os dias 1º e 25 de dezembro, foram registrados 3.452 acolhimentos - destes, praticamente metade (1.685) ocorreu em crianças de 0 a 4 anos de idade. Em novembro, foram 1.316 atendimentos, sendo 920 do perfil mais jovem da população.Os dados são da plataforma IntegraSUS, da Sesa. 

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