No palanque/palco erguido para mais uma inaug A passagem do presidente Lula pelo Ceará foi pródiga em sinalizações
para a base - sobretudo para o PT, Elmano de Freitas e Camilo Santana - e para a oposição, com os recados endereçados a Ciro Gomes (PSDB), o que constitui uma estratégia de convidar o tucano para uma polarização "made in Ceará".Não com Elmano ou Camilo, mas com o próprio Lula, um erro que Ciro tem evitado cometer, ou seja, não morder a isca de responder ao chefe do Planalto, que não é candidato ao Governo do Estado - tarefa que compete a Elmano, alçado por Lula a postulante do partido e, por extensão, do bloco (isso dito em 1º de abril, a alguns meses ainda da eleição, com tempo para alterações no roteiro).uração de estruturas do ITA na capital cearense, e também em entrevistas antes e depois do evento, o líder máximo do PT ajudou a limpar o terreno local do petismo.
Primeiro, ao escantear as pretensões eleitorais da deputada federal Luizianne Lins; em seguida, ao minimizar os interesses de José Guimarães de pleitear uma cadeira no Senado.
Não se sabe como ambos reagirão, é verdade, mas os indicativos dados pelo presidente e candidato à reeleição foram claros no sentido de que não há espaço no conjunto de forças que contemple, à exceção de Elmano, mais algum petista em posição da majoritária.HENRIQUE ARAUJO/O POVO

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