Pages

domingo, 5 de abril de 2026

LULA PREPARA "O PACOTE DE BONDADES" PARA FREAR DESAPROVAÇÃO RECORDE


Faltando menos de seis meses para as eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um nível de

rejeição inédito em comparação a outros períodos em que governou o País (2003-2010) no seus dois primeiros mandatos.


Para tentar reverter esse quadro, o atual chefe do Poder Executivo aposta em um conjunto de medidas de impacto popular - estratégia comum de uso da máquina pública em anos eleitorais, já adotada por outros candidatos à reeleição.


O pacote inclui ações relacionadas ao preço dos combustíveis, subsídios para gás de cozinha e energia elétrica, além de um novo programa de renegociação de dívidas, entre outras iniciativas.


Com isso, o Planalto lançou iniciativas como o programa Gás do Povo, criado no ano passado e voltado a cerca de 15 milhões de famílias. Na área de energia, após o Luz do Povo, lançado em 2025, também se discute um aporte para segurar reajustes nas tarifas.


Em parceria com estados, o governo ainda anunciou subsídio ao diesel para conter a alta do combustível, que impacta diretamente o transporte de cargas e o preço dos produtos.


Outras medidas em análise incluem rever a tributação sobre compras internacionais de até 50 dólares e suspender multas do pedágio free flow. O governo também aposta na isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e no debate sobre o fim da escala 6x1 como pautas de apelo eleitoral.


Cenário

Historicamente, presidentes costumam melhorar a avaliação durante o ano eleitoral. Lula chegou a recuperar popularidade no segundo semestre do ano passado, mas voltou a registrar queda.


Em 2006, 2010 e 2014, quando o PT estava no Planalto e venceu as eleições, o governo tinha maioria de aprovação. Agora, porém, pela primeira vez chega a esse momento com avaliação negativa, segundo pesquisa Ipsos-Ipec, que apontou 51% de desaprovação contra 43% de aprovação.


Em 2006, a essa altura do campeonato, Lula detinha 55% de aprovação e 39% de reprovação. Quatro anos depois, em 2010, o petista era aprovado por 83% da população e reprovado por 13%.


A ex-presidente Dilma Roussef (PT), que fora reeleita para a Presidência em 2014, contava com 51% x 43% no placar da aprovação e reprovação, respectivamente. Já no mandato atual, o chefe do Poder executivo tem o apoio de 43% da população a sua administração, enquanto 51% reprovam seu governo, conforme dados da última pesquisa Ipsos-Ipec (o antigo Ibope). O OTIMISTA


RP: ACOMPANHE TODOS OS DETALHES NA RÁDIO PALHANO WEB COM O RADIALISTA ROGÉRIO PALHANO DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, A PARTIR DO MEIO DIA. NÃO PERCA!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.