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sábado, 9 de fevereiro de 2019

BLOCO PARTIDÁRIO NO SENADO UNE PT E COLLOR (PROS)

Por Rogerio Palhano   Postado  sábado, fevereiro 09, 2019   Sem Comentários


O "Bloco Parlamentar da Resistência Democrática" reúne os noves senadores (seis senadores do PT e dois do PROS).

O PT e o PROS anunciaram nesta sexta-feira, 8, a formação do “Bloco Parlamentar da Resistência Democrática”, que reúne nove senadores (seis senadores do PT e dois do PROS). 

A aliança coloca no mesmo bloco o PT e o arquirrival do partido nos anos 90, o ex-presidente e agora senador Fernando Collor. Para justificar a composição, o PT argumenta que o PROS foi aliado na campanha de Fernando Haddad.

“O PROS esteve conosco na eleição presidencial, apoiou a candidatura do Haddad desde o primeiro turno. Isso [o bloco] foi um desdobramento. Nós trabalhamos para construir uma aliança mais ampla com o PSB, com o PDT, com o próprio Pros, mas isso não foi possível. Então, nós conseguimos construir com o Pros e vamos atuar como bloco a partir do início do trabalho legislativo”, finalizou o petista Humberto Costa, eleito líder do bloco.

Porém, o PROS de agora no Senado esta longe de ser o PROS do período eleitoral. Os três senadores do PROS – Collor, Zenaide Maia (RN) e Telmário Mota (RR) – foram eleitos por outros partidos. Dos três, apenas Zenaide Maia, eleita vice-lider do bloco, possui afinidade com o PT. A nova composição do PROS, inclusive, foi um dos fatores para saída do senador Eduardo Girão, agora no Podemos.

Fernando Collor chegou a lançar candidatura própria ao Senado e desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, tem mantido uma relação mais estreita com o Governo. Bolsonaro chegou a fazer deferência à presença de Collor na transmissão de cargo do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, no início daquele mês.

Costa, líder o bloco, tenta amenizar a situação afirmando que Collor e PT já estiveram juntos, antes. 


“Nós já fizemos parte de blocos em que Collor fazia parte. Não lembro se foi quando ele estava no PTB… Fizemos parte de blocos com outras pessoas que têm perfil mais conservador, porque os blocos acontecem muito em função dessa ocupação de espaços políticos dentro do Congresso. Nenhum partido perde a sua identidade própria. Continua a ter seu líder, a sua política, a determinar seus votos”, acrescentou Humberto Costa.focus/focus.jor.br

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