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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

NO CEARÁ,DISPUTA PELO SENADO ARRECADA MAIS QUE A DE GOVERNADOR

Por Rogerio Palhano   Postado  quarta-feira, agosto 29, 2018   Sem Comentários



As duas maiores receitas declaradas são as de Cid Gomes e Eduardo Girão.


Os candidatos que estão disputando vaga para o Senado Federal pelo estado do Ceará, este ano, já somam R$ 1,8 milhões em arrecadação. O valor é superior ao registrado até o momento entre os pretendentes ao cargo de governador, de R$ 500 mil.

Além disso, enquanto entre os candidatos ao cargo do Executivo apenas um declarou receita até o fechamento deste post, três dos que tentam o Senado já começaram a declarar seus valores.

Entre esses dois grupos, Eduardo Girão (Pros), que tenta uma vaga no Congresso, é atualmente quem mais acumula receitas declaradas à Justiça Eleitoral, com R$ 700 mil – doados por ele próprio para sua campanha.

Segundo o presidente do Pros no Ceará, deputado Capitão Wagner, o partido encaminhará cerca de R$ 200 mil para a candidatura de Eduardo. “Uma quantia muito pequena, irrisória, porque a prioridade do Pros é eleger deputados federais”, explica.

Em seguida, aparece Cid Gomes (PDT), que recebeu um total de R$ 600 mil, consistindo em uma doação de R$ 500 mil de seu candidato a primeiro suplente, Prisco Bezerra (PDT), e mais R$ 100 mil do presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart.

Já Doutora Mayra (PSDB), candidata a senadora que também já começou a declarar os valores, acumula receita de R$ 500 mil, provenientes do fundo partidário.

Governo

O único candidato ao Governo que já tem verbas registradas junto ao DivulgaCand – plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que dispõe os dados à população – foi o tucano General Theophilo, cuja candidatura recebeu R$ 500 mil do fundo partidário. Junto a Mayra, os dois somam R$ 1 milhão destinados pelo PSDB às candidaturas majoritárias no Ceará.

Somando

No total, 10 candidatos ao Senado e cinco ao Governo ainda não declararam valores. Esse grupo inclui o governador Camilo Santana (PT), que em 2014 declarou R$ 39,9 milhões em financiamento de campanha, e o senador Eunício Oliveira (MDB), que tenta manter sua cadeira no Congresso e disputou a última eleição ao Governo do Estado, tendo declarado R$ 49,3 milhões na ocasião. 

Está incluso também Ailton Lopes (Psol), que disputa o cargo de governador este ano e também se candidatou em 2014, tendo informado à Justiça receita de R$ 62,5 mil quatro anos atrás.

Esta é a primeira eleição geral em que o financiamento privado de campanhas está proibido, a partir de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro de 2015. Por outro lado, há a novidade da possibilidade de os candidatos utilizarem financiamento coletivo, por meio de vaquinhas online ou meios semelhantes, de acordo com a Lei 13.487, de 2017.

Contas

Segundo o Tribunal Regional de Contas do Ceará (TRE-CE), a prestação de contas parcial da campanha deste ano junto à Justiça Eleitoral será feita entre os dias 9 e 15 de setembro, de forma inteiramente digital e sem a necessidade de envio de documentação. 

O momento final da prestação levará em conta todos os valores relativos à campanha para o primeiro turno das eleições e se estende até o dia 6 de outubro, véspera da eleição. Nessa ocasião, os candidatos devem enviar os documentos necessários à Justiça. 

Em um terceiro momento, os candidatos que disputarem o segundo turno deverão prestar contas mais uma vez, com data final de 17 de novembro. Esses candidatos têm de enviar a documentação exigida até essa data, sendo dispensada, nesse caso, a entrega dos papéis no segundo momento da prestação. Os dados preenchidos pelos comitês, ao longo da campanha, e as contas são aprovadas ou rejeitadas ao final da eleição.

Limite

Além de declarar os valores arrecadados para as campanhas eleitorais, os candidatos precisam destacar, na prestação de contas, também as despesas. Em meio a isso, outra novidade no pleito deste ano é o limite de valor a ser gasto, que varia de acordo com o cargo disputado. 

No Ceará, candidatos a governador podem desembolsar até R$ 9,1 milhões e os candidatos a senador R$ 3,5 milhões, com esses números variando de estado para estado. 

Já os candidatos a deputado federal e estadual têm limites fixos que valem no Brasil inteiro – de R$ 2,5 milhões e R$ 1 milhão, respectivamente. Um candidato à Presidência, por fim, pode gastar até R$ 70 milhões.Com informações do OE/POLITICACOMK

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