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domingo, 25 de junho de 2017

REFORMA POLÍTICA ;AS MUDANÇAS QUE VIABILIZAM A CANDIDATURA DE SÉRGIO RUFINO A DEPUTADO ESTADUAL

Por Rogerio Palhano   Postado  domingo, junho 25, 2017   Sem Comentários

POLÍTICO CALADO E ESTRATEGISTA,O PREFEITO SÉRGIO RUFINO OBSERVA AS MUDANÇAS NA REFORMA POLÍTICA QUE PODERÃO VIABILIZAR A SUA
CANDIDATURA A DEPUTADO ESTADUAL E ALÉM DISSO O PREFEITO DE IPU CONTA COM APOIO DE PREFEITOS DA REGIÃO E DO GOVERNADOR CAMILO SANTANA.

Resultado de imagem para SERGIO RUFINO IPU


EM TERMOS DE IPU SÉRGIO RUFINO TERIA ATÉ O APOIO DE PARTE DA OPOSIÇÃO OU SEJA SÉRGIO PODERÁ CHEGAR EM 2018 COM A "FACA E O QUEIJO NA MÃO"





ENTENDA AS MUDANÇAS QUE PODERÃO LEVAR A "LIBERDADE A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA"


O “distritão”, caso aprovado, valeria apenas em 2018. 

O texto articulado pelo Congresso deve incluir a adoção, a partir de 2022, do sistema distrital misto –pelo qual metade das cadeiras seria preenchida por votação em distritos menores do que os Estados e municípios, e a outra metade, pela lista fechada.

E como funciona o distritão?

No distritão, acaba o quociente eleitoral, e as votações para deputados e vereadores migrariam do sistema proporcional para o majoritário. Assim, apenas os mais votados em cada estado ou município seriam eleitos --e a "sobra" dos votos individuais não iriam para outro candidato. 

O que há de positivo nesse sistema?

Os defensores alegam que o sistema ficaria mais simples para eleitor entender. Além disso, o distritão acabaria tanto com o "efeito Tiririca" como com a não eleição de candidatos com altas votações por não alcançar o quociente, como ocorreu com Luciana Genro (PSOL-RS), que obteve quase 130 mil votos quando foi candidata a deputada federal em 2010.

E o que há de negativo?

A principal crítica ao distritão é o fato de ele enfraquecer os partidos políticos. Ainda que haja inúmeras críticas às siglas brasileiras, elas são necessárias para o sistema democrático funcionar. Com o distritão, os candidatos obrigatoriamente precisarão de muitos votos para ser eleitos e aumentará a tendência dos partidos de lançar figuras populares. Isso pode diluir o espírito coletivo dos partidos, dificultando ainda mais a formação de maiorias no Congresso, fazendo com que o chefe do Executivo, seja ele prefeito, governador ou presidente, precise realizar ainda mais concessões em nome da chamada governabilidade.

E as campanhas, terão alguma alteração?

O distritão também tende a tornar as campanhas mais caras, uma vez que só serão eleitos os candidatos mais votados. Com esse sistema, candidatos de um mesmo partido estarão disputando votos uns contra os outros, o que deve tornar menos importante o esforço coletivo do partido para eleger candidatos. Assim, caberá a cada candidato maximizar sua exposição, o que demandará mais investimento na campanha.

Existe alguma alternativa ao distritão?

Uma possibilidade é o sistema atual ser mantido. Outra é ser aprovada uma mudança para o sistema de voto distrital misto. Neste sistema, metade dos eleitos seria escolhida de forma majoritária ou por voto em lista partidária e a outra metade por meio da votação em distritos, que ainda precisariam ser configurados.

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